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O MELHOR NATAL DOS
ÚLTIMOS ANOS
OS INDICADORES
ECONÔMICOS PROJETAM AQUECIMENTO NAS VENDAS.
Fonte: FCDLESP
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Mauricio Stainoff
(foto), presidente da Federação das Câmaras de
Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo, afirmou:
"Teremos o melhor Natal dos últimos anos. As vendas
estão aquecidas e os consumidores continuam dispostos a
presentear."
Segundo levantamento da FCDLESP, os lojistas já prevendo
aumento das vendas no final do ano, vem aumentando seus
estoques neste trimestre. |
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Os consumidores
poderão encontrar dificuldades na compra de alguns
produtos, especialmente em alguns itens da linha branca
e eletroeletrônicos. Porém serão casos isolados.. |
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REUNIÃO
DO CONSELHO DE REPRESENTANTES DA FCDLESP
Aconteceu na Cidade de Jaboticabal em 27 de
novembro.
Fonte:
FCDLESP
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No último dia 27
o Conselho de Representantes da FCDLESP reuniu-se na
sede da CDL Jaboticabal. Os participantes foram
recebidos pela diretoria da CDL que é presidida pelo
companheiro Luiz Gonzaga Beraldo.
Durante a reunião foram debatidos e discutidos
assuntos do interesse do Movimento Lojista do Estado
de São Paulo.
Os participantes
definiram o local e data da próxima Convenção
Estadual que será realizada na cidade de São Pedro,
no Hotel Fonte Colina Verde no período de 13 a 15 de
agosto de 2010.
Também foram definidas as medidas que a Federação
deverá tomar em relação às CDL's irregulares e o
novo valor da contribuição estatutária.
Foram apresentadas as contas do período, aprovadas
por unanimidade.
A previsão orçamentária para 2010 foi debatida pelos
presentes.
Após a reunião a
CDL Jaboticabal realizou o 7º Jantar do Lojista onde
foi lançada a campanha "Um Sonho de Natal". O Evento
foi prestigiado pelas autoridades e mais de 350
lojistas.

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COM O
REAQUECIMENTO DA ECONOMIA, REDES AGORA OFERECEM ATÉ
24 PRESTAÇÕES
Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO
O reaquecimento
da economia vem acompanhado por uma corrida das
grandes redes varejistas pelo oferecimento de
financiamentos cada vez mais longos e sem juros, mas
que, segundo especialistas, iludem o consumidor ao
embutir taxas de até 30% do valor do produto.
Na semana passada, a rede de hipermercados Carrefour
anunciou que irá parcelar em seu cartão produtos
eletroeletrônicos – a grande vedete do momento para
o setor – em até 24 vezes sem juros (eram 15 meses
no ano passado), numa tentativa de fazer frente à
concorrência de Casas Bahia – 17 vezes – e Extra (do
grupo Pão de Açúcar) –15 vezes.
A iniciativa vem no momento em que, após um primeiro
semestre de queda nas vendas, a recuperação do
emprego e da renda e a estabilização da
inadimplência permitem que as grandes redes prevejam
o melhor Natal da história.
Em meio à enxurrada de crédito, porém, há quem
critique o fato de os financiamentos serem
anunciados como sendo sem juros.
"Não existe financiamento sem juros", diz Miguel
José de Oliveira, coordenador de pesquisas de juros
da Anefac (associação do setor de finanças). "Eles
já estão embutidos no valor financiado.
Se o consumidor for a uma dessas lojas e barganhar,
sempre consegue descontos significativos à vista."
De acordo com Oliveira, as redes trabalham com juros
"ocultos" de até 15% para financiamentos em 10 vezes
e de até 30% para parcelamentos de 18 a 24 vezes.
Para Alvaro Musa, consultor da Partner Consulting e
ex-presidente da Fininvest, os juros estão de fato
acoplados ao valor final do produto, mas não
prejudicam os consumidores. "O que o varejista faz é
repassar para o cliente as taxas que o banco impõe à
rede, que são muito menores do que as praticadas
para a pessoa física. O consumidor está feliz, e o
pessoal fica tentando colocar minhoca na cabeça
dele."
O Carrefour, que
acaba de atingir 10,5 milhões de cartões com sua
bandeira e projeta crescimento de 20% nas vendas de
eletroeletrônicos neste Natal, nega a prática. "Esse
é um problema que afeta os cartões de crédito", diz
Ricardo Barreto, diretor de negócios do braço
financeiro do grupo.
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DESCONSIDERAÇÃO. PERSONALIDADE JURÍDICA.
Fonte:
HILEANO PRAIA ADVOGADOS
A controvérsia está a
determinar se a simples inexistência de bens de
propriedade da empresa executada constitui motivo apto à
desconsideração da personalidade jurídica – o que, como é
cediço, permite a constrição do patrimônio de seus sócios
ou administradores.
Explica a Min. Relatora que são duas as principais teorias
adotadas no ordenamento jurídico pátrio: a teoria maior da
desconsideração (consagrada no art. 50 do CC/ 2002) – é a
mais usada –, nela mera demonstração da insolvência da
pessoa jurídica não constitui motivo suficiente para a
desconsideração da personalidade jurídica, pois se exige a
prova de insolvência ou a demonstração de desvio de
finalidade (ato intencional dos sócios fraudar terceiros)
ou a demonstração de confusão patrimonial (confusão quando
não há separação do patrimônio da pessoa jurídica e de
seus sócios). Já na outra, a teoria menor da
desconsideração, justifica-se a desconsideração pela
simples comprovação da insolvência de pessoa jurídica, e
os prejuízos são suportados pelos sócios, mesmo que não
exista qualquer prova a identificar a conduta culposa ou
dolosa dos sócios ou administradores.
Essa teoria tem-se restringido apenas às situações
excepcionalíssimas. Na hipótese dos autos, a
desconsideração jurídica determinada pelo TJ baseou-se na
aparente insolvência da empresa recorrente, pelo fato de
ela não mais exercer suas atividades no endereço em que
estava sediada, sem, contudo, demonstrar a confusão
patrimonial nem desvio de finalidade. Por isso, tal
entendimento não pode prosperar, sendo de rigor afastar a
desconsideração da personalidade jurídica da recorrente.
Diante do exposto, a Turma deu provimento ao recurso
especial. REsp 970.635-SP, Rel. Min. Nancy Andrighi,
julgado em 10/11/2009. |
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INDICADORES_ECONÔMICOS
Ref. Setembro / 2009
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DISCRIMINAÇÃO |
SET/2009 |
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IGP(DI) (%)
(FGV) |
0,25 |
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IGP(M) (%) (FGV) |
0,42 |
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IPA-DI (%) (FGV) |
0,29 |
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INPC (%) (IBGE) |
0,16 |
|
INCC-DI (%) (FGV) |
0,15 |
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IPCA (IBGE) |
0,24 |
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SALÁRIO MÍNIMO |
465,00 |
* Data selecionada: 29/09/2009 |
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